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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Se pudesse escolher um superpoder pra ter durante um dia inteiro qual seria?

teletransporte pra conhecer vc, a bruh, a giulia, a mands e mais um moooooooooonte de amigas de longe :\

oi, pergunte (:

domingo, 14 de novembro de 2010

And I'm always back on you...

Brian estava sentado com alguns amigos, rindo e conversando sobre coisas alheias, quando Kyle apareceu, andando rápido nas sandálias de salto que usava. A menina fez com que a atenção do grupinho se virasse pra ela, mas seus olhos permaneciam fixos na mesma pessoa, Brian.
- Posso falar com você, rapidinho... – Pediu e o menino deu de ombros, se levantando e seguindo a menina para um lugar mais tranqüilo.
- O que houve? Tá tudo bem? – Brian perguntou, um tanto confuso e preocupado, Kyle tinha uma expressão de duvida e medo no rosto e aquilo o estava assustando.

- Eu tomei uma decisão – Ela disse, estralando os dedos, sem olhar nos olhos de Brian – Sobre a gente – Falou, finalmente olhando o menino que apenas balançou a cabeça.

- Então diga – Brian disse, apenas pra não ficar calado demais.

- Não quero mais – Kyle disse depois de respirar fundo e olhou pro chão – Nós nunca tivemos nada fixo, ou algo certificado de que realmente tínhamos, então eu não estou acabando com algo que vai fazer falta pra você, de qualquer forma. Eu percebi que isso é algo superficial pra você, só mais uma. Eu não quero ser só mais uma. Mas também não posso te obrigar a me ter como a única, e uma menina sabe quando é a hora de esquecer e tentar não sofrer. Não é o que eu quero, Deus, claro que não. Por mim eu ficava com você por mais um bom tempo. Mas eu sei que se a gente continuar desse jeito, você vai perder muitas oportunidades por minha causa, e eu prefiro ficar longe e te ver feliz do que te fazer ficar de saco cheio de mim. Então, eu vou me afastar de você, é.

- Então é isso? Você simplesmente não quer mais ficar comigo porque gosta de mim e não quer me prender porque eu não gosto de você como você gosta de mim? – Brian resumiu, calmo e Kyle assentiu com a cabeça, parecendo arrependida do que falou – Tudo bem.

- Tudo bem... – Ela disse e saiu andando, mas cinco passos depois se virou parar Brian – Posso te pedir uma coisa?

- O que? – Ele perguntou e ela respirou fundo novamente.

- Um último beijo... – Falou e Brian a olhou, divertido e confuso – Eu quero ter uma lembrança boa pra lembrar quando... Quando sentir sua falta e não puder te ter por perto... Um último beijo.

- Claro, porque não? – Brian disse, calmo e pegou na mão da menina, a puxando pra perto e a beijando delicadamente. Kyle prendeu suas mãos nos cabelos enrolados de Brian e esse a segurou forte pela cintura enquanto seus lábios se mexiam sincronizados e suas línguas dançavam em compasso, quentes e úmidas. O beijo foi finalizado com vários selinhos e ambos mantiveram os olhos fechados e as testas coladas uma na outra.

- Então... Passo te pegar amanhã as oito, ok? – Brian disse, pondo o cabelo de Kyle atrás da orelha.

- Ok – Kyle disse, vencida e se beijaram novamente. Ela nunca conseguiria se afastar dele, nem se quisesse.

Seu destino estava traçado, o amaria até seu coração parar de bater e esperaria que o dele fizesse o mesmo, por mais que demorasse.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010


Eu queria poder dizer que você me quer da mesma forma que eu te quero, que você pensa em mim todo dia, da mesma forma que eu penso em você, que você olha pra trás pra ver se eu estou bem quando nos separamos, assim como eu observo cada passo que você dá pra longe de mim. Eu queria poder dizer que você gosta de me abraçar da mesma forma como eu adoro ficar agarradinha com você, que você deita e antes de dormir se lembra de cada detalhe do meu rosto como eu do seu, que você sente meu cheiro em todas as partes em que vai como eu sou perseguida pelo seu. Queria poder dizer também que você fala que vamos ficar juntos pra sempre, assim como eu queria poder dizer e que você vai estar sempre do meu lado, como eu estou do seu. Ah, como eu queria poder dizer que você me ama, assim como eu te amo mais que tudo nesse mundo.

Mas eu não posso.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

for you and everything you make me feel...

O que você quer eu quero mais...
O que você diz não me distrai...
Mas pode acreditar em mim, tudo fica bem mais fácil assim...
So easy, so easy...

Eu estava encostada na mureta da escola, brincava com os fios soltos de meu shorts jeans. Estava matando a última aula, Química. Não estava com saco para ouvir a professora falando de algo que faltava em minha vida, Química. Olhei para o lado direito do pátio, a quadra poliesportiva, mas precisamente a arquibancada do seu lado oposto. Suspirei. Alí estava ele, cabelos cacheados na altura dos ombros, caindo pelos olhos, bermuda larga jeans e uma camiseta comum preta, um adidas branco no pé e um sorriso debochado na cara. Fiquei olhando-o por algum tempo sem me mexer, se tinha algo que eu gostava era de observá-lo assim, de longe. Claro que eu gostava quando estávamos juntos. Eu me divertia com ele. Ria e brincava e quando nos beijávamos... Ah, quando nos beijávamos... Mas ainda assim, nem tudo eram mil maravilhas, algo o prendia, algo o mantia longe de mim, longe dos meus braços e longe da felicidade. Ele se defendia, mas nada do que ele dizia me fazia acreditar, nada era motivo para manter uma barreira. Se ele se soltasse, acreditasse em mim quando eu dizia o quanto o amava e o faria feliz... Seria tão mais fácil, tão simples....

Sei que é dificil arriscar...
Amanhã quem sabe o que será...
Mas pode acreditar em mim, porque você tem tanto medo assim?
So easy, so easy...


Me lembro de quando estávamos sentados em uma das mesinhas do pátio, ele me olhava com os pequenos olhos semi-fechados. Não dizíamos uma palavra sequer. Eu sorria e ele esboçava um pequeno risco pra cima com os lábios, eu me fazia acreditar que aquilo era um sorriso também. Eu tentava quebrar aquela barreira e me aproximar, mas eu não sabia o que fazer. Eu não sabia como agir. Deitei em seu colo e fechei os olhos com o carinho que sua mão fazia em meu cabelo. O perfume que vinha dele me embriagava e agora eu sorria abertamente, eu estava em um daqueles momentos em que eu era feliz, feliz por tê-lo alí. Mas logo isso mudaria, e o medo, ou seja lá o que ele sentia, o afastaria e o fecharia naquela barreira de frieza que ele sempre carregava. Eu queria entender, queria que ele se abrisse, queria que ele dissesse o porque daquele comportamento. Porque tanto medo? Porque tanta insegurança?

Me dá a mão, não há razão de se esconder nesse lugar.
Delicadamente te levar...
Muito além daqui desse lugar...
Resistir é natural, mas tudo se resolve no final...
So easy, so easy...


Eu precisava tomar uma atitude. Eu não queria viver aquilo para sempre, mas também não queria perde-lo. Eu precisava mostrar como eu podia fazê-lo feliz. Eu precisava mostrar que eu viveria apenas por ele, só por ele, se ele me pedisse. Eu viveria para fazê-lo a pessoa mais feliz do mundo. Abriria mão de orgulhos e convicções para tornar seus sonhos reais, abria mão de passado, presente e futuro, para viver o dele. Eu queria mostrar que estando comigo, nada o faltaria, NADA. Eu cuidaria dele, eu mimaria ele, eu amaria ele. Me levantei daquela mureta e segui em direção a quadra. Parei em um canto e o olhei esperando que ele me percebesse ali perto. Assim que seus olhos me encontraram sorri e acenei, ele fez o mesmo. Chamei-o com o dedo e esperei que ele viesse até mim, o abracei e tentei não perder a força nas pernas ao sentir seu corpo contra o meu. Sem dizer nada, peguei sua mão e o levei para um lugar mais reservado da escola. Paramos encostados em uma das árvores do pátio e nos olhamos. Eu tentava mostrar tudo o que escondia apenas com o olhar, não queria dizer nada, não queria estragar o momento. Apenas nos olhávamos, abraçados. Deitei minha cabeça em seu peito e me deixei entregue a suas carícias e colo. Senti seus lábios contra meus cabelos e sorri, levantei um pouco a cabeça e nossos olhos se encontraram mais uma vez. Fui vencendo a distância entre nossos lábios e ele nos grudou em um beijo quente e macio. Era leve, sereno, sem pressa. Eu passava pra ele naquele momento tudo o que eu queria que ele sentisse. Ele me segurava pela cintura e eu o abraçava pela nuca, acariciando levemente seus cabelos. Minha vida podia parar ali, naquele momento. Eu não sabia como seria depois do beijo, mas no momento, eu estava com ele. E era isso, no fim das contas, que me importava.


just look into my eyes, 'cuz the heart never lies...

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Thinking of you

Eu não sei dizer bem como tudo aconteceu, estavamos conversando, totalmente de boa e então, eu me vi te querendo. Parecia algo interessante, algo novo que eu queria tentar. Mergulhei de cabeça, sem pensar duas vezes e foi então que tudo na minha vida mudou. Não só o fato de ter me apaixonado por você, mas o fato de que você despertou um lado em mim até então desconhecido.
Eu me importo com você.
Te ver triste, me deixa triste e eu prefiria MIL VEZES sofrer no seu lugar, do que te ver sofrendo. Eu nunca quis estar tanto com alguém, como eu te quero. Eu poderia pensar mil coisas, mas todas elas me voltam pra você e, mesmo sabendo o quanto isso não é saudável, eu queria estar com você o tempo todo. Eu consigo sentir o seu cheiro, mes
mo você estando distante de mim nesse exato momento. Eu posso te imaginar, seus olhos, seu nariz, sua boca perfeita, seu cabelo cheiroso, seu abraço, seu sorriso, sua voz... Atrevo até a dizer que te sinto aqui perto de mim, me abraçando e lendo o que eu escrevo por cima do meu ombro, consigo te ouvir dando palpites, zoando por eu parecer uma boba apaixonada, imitando a minha voz de irritada pra me fazer ficar nervosa... É tudo tão vivo e tão real que me pergunto se o sonho não é o fato de estar sozinha, se daqui a pouco não vou me dar conta que você está realmente aqui do meu lado e... É, isso é um pouco paranoico, eu sei. Não tem como você estar aqui agora. Maldita seja essa distância e falta de independência... Mas é até bom... Distância... Fico ansiosa pra te ver de novo e, ah, como eu gosto de quando eu te vejo... Como eu gosto de te abraçar, sentir seu cheiro e acabar com a saudade. Eu sei que é até ridículo dizer saudade se eu te vi a pouco tempo, mas... Quem não me entende, nunca soube o que é se apaixonar, nunca mesmo. Só de pensar no seu toque, no seu beijo... Queria poder dizer que não faz diferença, que você é só mais um que vai passar na minha vida. Mas eu não tenho essa certeza. Você despertou um lado meu desconhecido até então, e eu quero explorá-lo. Mas tem que ser com você, senão, não tem graça.
É, talvez eu me estrepe nessa história. Acabe iludida, machucada... Mas isso não importa tanto, sabia? No momento, você me faz feliz.




quarta-feira, 9 de junho de 2010

- Olha aquele pássaro – Steve disse apontando para cima. Mary acompanhou o dedo do menino e começou a rir.
- Não to vendo nada, tá tudo embaçado – Falou e então Steve começou a rir também.

- Eu também – Ele admitiu e ambos continuaram a caminhar pela chácara. Já estava escuro e Mary sentia que cambaleava nos saltos.
- Ai, deixa eu tirar essa droga do pé – Falou, rindo e se apoiando em Steve pra tirar o pé da melissa de salto roxa em camurça – Pronto, bem melhor – Disse, botando os pés nus no chão frio, ainda apoiada a Steve.
- Você voltou a ser baixinha – Ele disse, olhando a menina a sua frente que mostrou a língua. Ele a achava linda, ainda que bêbada. As faces rubras e brilhantes, as pupilas dilatadas e a expressão de estar aérea. Os cabelos pretos e repicados bagunçados em um coque mal feito. Ainda sim, ele a queria.
- Sou baixinha, mas sou feliz – A menina disse erguendo os braços com um pé do sapato em cada mão. Perdeu o equilíbrio e Steve a segurou.
- Feliz e bêbada! – Ele disse, rindo da menina que começou a gargalhar. Ele segurou firme em sua cintura, não por medo dela cair, mas porque não queria solta-la.
- A culpa é sua – Mary disse, fazendo a melhor cara de dó que podia e pondo o dedo nos lábios de Steve. Olhou para o local. Se tinha algo em Steve que ela gostava eram os lábios. Eles eram perfeitos, tinham um desenho perfeito. Nem muito carnudos, nem finos demais. Eram levemente virados pra cima, em um sorriso permanente, o que o deixava atraente. Ele tinha uma expressão abobalhada na cara, não sabia se pelo efeito da bebida ou pela aproximação do momento. Ele mexeu a cabeça levemente, e Mary observou seu cabelo cacheado balançar. Outra coisa que a atraia.
- Minha? – Steve perguntou, fazendo cara de inocente e Mary despertou de seus pensamentos. Tirou o dedo dos lábios dele, fechando a mão e a deixando solta.
- É, sua. Você me obrigou a beber, eu não queria – Mentiu, fingindo drama e Steve arregalou os olhos.

- Ah claro, fui eu que bebi quatro doses de tequila a mais do que agüento só pra ganhar 30 reais do menino lá – Rebateu e Mary riu.

- YAY! EU TENHO 30 REAIS! – Ela disse, feliz, e Steve começou a rir – Mas a culpa ainda é sua.
- Porque minha? – Perguntou de novo e Mary sorriu.
- Porque eu quero que seja – E dizendo isso, mordeu a bochecha do menino que deu um grito de dor.

- Desgraçada – Ele soltou a cintura dele e colocou a mão no rosto. Mary aproveitou o momento e começou a correr – Volta aqui! – Steve gritou indo atrás dela. Os dois riam enquanto corriam cambaleantes pela chácara cheia de gente. Eles esbarravam nas pessoas sem se importar, nem viram quando derrubaram um casal na piscina. Mary entrou em um corredor do lado de fora da casa e foi correndo. Steve vinha logo atrás dela e então ela a pegou pela cintura.

- Agora você me paga – Ele disse enquanto Mary dava seus gritinhos entre as risadas – Porque me mordeu?
- Porque eu quis – Ela ainda ria enquanto se debatia pra sair do abraço do menino. Steve a pôs contra a parede, segurando suas duas mãos pra cima – Me deixa sair!

- Tenta! – Falou, sorrindo de forma maliciosa. Ambos se olharam e pararam de rir, agora apenas a respiração dos dois era audível, mas não tinha ninguém pra reparar nisso. Estavam sozinhos atrás da casa.
- Não quero – Mary se ouviu falando enquanto Steve se aproximava mais dela. Fechou os olhos instintivamente ao sentir a respiração quente do menino bater em seu rosto. Ele levou isso como um sinal verde e deixou que seus lábios tocassem os lábios macios dela. Ela abriu os lábios aos poucos permitindo que ele aprofundasse o beijo. Steve soltou os braços da menina aos poucos e desceu para a cintura, a abraçando enquanto intensificava o beijo. Mary passou as mãos pelo ombro dele, segurando seus cabelos com uma. O beijo se intensificava cada vez mais, as mãos de Steve já passeavam pelas costas de Mary por baixo da blusa enquanto ela dava puxões no cabelo do menino. A respiração ficava ofegante a cada segundo e Mary já sentia seu corpo prensado contra a parede e o menino. O beijo só se partiu quando ambos não tinham mais reservas de ar para usar e respirar se tornara extremamente necessário.

- Ok, ar, preciso dele – Mary disse, mais vermelha do que antes e então voltou a rir, passando as mãos novamente pelos ombros de Steve e olhando sua boca – O que estamos fazendo?

- Sei lá... O que a gente teve vontade? – Steve falou como se fosse óbvio e Mary respirou fundo.
Mesmo bêbada, sabia o quanto aquilo não era certo.

- Ok, vamos voltar pra festa. A gente não tá bem – Falou, empurrado Steve levemente pro lado e saindo, mas ele segurou seu pulso.
- Porque? Não gostou? – Ele perguntou a olhando com a cabeça de lado, fazia isso quando ficava confuso.

- Não quero fazer algo que eu possivelmente não vá me lembrar – Mary respondeu, mordendo o lábio e soltando o braço de Steve, voltando pra festa. Agora era mais fácil respirar, mas ainda sentia um sufoco no peito.

domingo, 30 de maio de 2010

:: My Kryptonite ::



When I first met you, I didn’t think this could be
Something so strong for me

And now I just don’t know what could I do

I’d never think that I could love you


Is your skin touching mine

Is your lips taking me high

And now I don’t know how define

What I know is you are my kryptonite.


Sometimes I think I can resist you

I try to fight but I always lose

You’ve got the power to make me say

To make me feel like I’m a superhero


You are my weakness, my forbidden desire

But with you my body caught on fire

I feel this strange change on me

But when you walk away I feel incomplete


Is your skin touching mine

Is your lips taking me high

And now I don’t know how define

What I know is you are my kryptonite


Sometimes I think I can resist you

I try to fight but I always lose

You’ve got the power to make me say

To make me feel like I’m a superhero


And now I know that I cant win

You are my weakness but you can make me stronger

You’ve got the power to make me feel

Like the universe is only one little thing

Near to love


Is your skin touching mine

Is your lips taking me high

And now I don’t know how define

What I know is you are…


My kryptonite.


________________________________________________________________

MÚSICA ORIGINAL, FAVOR NÃO COPIAR.

sábado, 22 de maio de 2010

10 motivos para acreditar que ele se importa.

1. Ele não é tão frio quanto parece.
2.
Ele sente a sua falta.
3.
Ele demonstra que você faz parte da vida dele, mesmo sendo estúpido.
4.
Ele sabe pedir desculpas quando te magoa.
5.
Ele cuida de você quando você precisa, mesmo dizendo que não.
6.
Ele muda o jeito de ser se te vê triste.
7.
Ele te escuta, mesmo não sendo uma coisa natural dele.
8.
Ele conversa com você como não faz com qualquer um.
9.
Ele te aguenta quando você começa a ser irritante.
10.
Ele não diz que te ama, mas demonstra.





sábado, 15 de maio de 2010

What am I? What do I?




Confusões.
Estar confusa.
Não saber o que quer.
Não saber quem é.

São tantas as pessoas no mundo que não sabem quem são, ou como agir... Crise de existência não é um sinonimo de depressão, é uma passagem na vida onde você tenta se descobrir, tenta ser alguém que tenha uma marca, sua própria história e marca. Mas como descobrir isso sem se influênciar no que está a sua volta? Personalidade é algo difícil de se trabalhar, é algo difícil de criar. Eu ainda não tenho certeza de quem sou, me sinto em transição, me sinto no meio do caminho. Como ser você sem experimentar todos os lados da vida, como se encaixar em algo desconhecido? Faço experiências e tento de tudo, mas ainda assim não sei como chegar na definição de quem eu realmente sou. Um dia talvez eu encontre essa solução, um dia talvez eu possa dizer com a boca cheia.

ESSA SOU EU



Escape the Fate - Its just me.
I'm creeping my way out so you can see me, I'm crawling my way around 1,000 cities, You all stop and stare, I don't need your pity, I'm living my life in this hell. Now I'm crawling away cuz the stress has killed me, I feel like I fell from a 10 story building, Best run and hide before the devil starts forbidding, I'm living my life in this hell, I'm not one for the crowd to see, It's just me, It's just...
Just a little more, come on and satisfy me. Just a little more, come on and terrify me. Just a little more and I'll be done with it. Take my life and then I'll feel okay.
Cut it out of my mouth, Put my tongue on a pole, I won't sing any more, I'm losing control. Cut it out of my mouth, Put my tongue on a pole, Take the air from my lungs, Take the heart from my soul. I'm not one for the crowd to see, It's just me, It's just...
Just a little more, come on and satisfy me. Just a little more, come on and terrify me. Just a little more and I'll be done with it. Take my life and then I'll feel okay. Okay, I'll feel okay. Okay.
Cut it out of my mouth, Put my tongue on a pole, I won't sing any more, I'm losing control. Cut my tears of the sound, The erosion of my soul, I won't sing any more.
I'm creeping my way out so you can see me, I'm crawling my way around 1,000 cities, You all stop and stare, I don't need your pity, I'm living my life in this hell.
Just a little more, come on and satisfy me. Just a little more, come on and terrify me. Just a little more and I'll be done with it. Take my life and then I'll feel okay.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

aboutmymadness


E bate a agonia. Você sente frio, você sente dor, sente culpa... Os sentimentos sempre te levam pra baixo, nunca nada que te poem pra cima. E você chora, feito um bebezinho esfomeado, mas nada adianta, porque você não tem ninguém pra te abraçar e te dar o ombro. Você está sentado, no escuro daquele quarto que você tanto evitou entrar, mas nada adianta, suas atitudes te levaram diretamente pra lá. Você se vê incapaz de amar, de sentir. Você apenas finge. Finge ser o que não é. Finge sentir o que não sente. Finge se importar quando no fundo nada prende sua atenção. Um sorriso falso, um sentimento fingido e assim você só se engana. Mas as suas atitudes sempre te trazem uma consequência no final, aquele quartinho, aquela agonia, frio e dor. E no final você percebe que nada realmente adianta, você está sozinho, entregue a solidão.


E a culpa é toda sua, só sua.

quinta-feira, 29 de abril de 2010


Futuro. As vezes me pego pensando sobre isso.
Esse conceito monstruoso chamado futuro... Crescer, em todos os sentidos.
Porque não podemos continuar pequenos? Adolescente inconsequentes vivendo de momentos, sem pensar em consequência ou razão.
Soa tão fácil, simples.
Crescer, fazer escolhar, mudar, se esforçar, ser responsável...
Seria tão mais simples viver o momento sem pensar em nada.
Sem pensar em como vai ser se eu fizer isso.
Se eu fizer aquilo, se...
Eu prefiro deixar rolar, mas o futuro se aproxima e eu começo a sentir a pressão dos anos que virão por aí.

Porque eu tenho que crescer?

domingo, 11 de abril de 2010

- Imagina uma casinha.
- Imaginei.
- No alto de uma colina.
- Tipo a do casal d'A Nova Onda do Imperador?
- Não. Aquilo não é uma casa.
- É sim...
- Aquilo é um chalé.

- Então é pra imaginar um chalé?
- Não! Esquece a casa do Patcha, ou seja lá o nome dele.
- Tá.
- Imagina uma casa no campo, é.

- Daquelas bem grandes ou pequenas?
- O que você gosta mais?
- Pequena. Grande dá muito trabalho pra limpar.
- Não pensa nisso. Você não precisa limpar ela.

- E quem vai limpar? Porque a casa suja, sabe. Poeira, comida, se tiver cachorros então...
- Jullie, pára! Não tem isso. A casa é imaginária! Ela... Se limpa sozinha.
- Tá, tá. Ok, grande.

- Ok, imagina agora alguns cachorros correndo pelo gramado.

- Alá, tem cachorros, vai sujar.
- Jullie...

- Desculpa...

- Agora imagina duas criancinhas brincando no parquinho á direita.

- Peraí. Qual o tamanho das crianças? E a raça dos cachorros?
- Sei lá. As crianças tem entre dois e três anos...

- E os cachorros? Poodles, pitbull, pintcher...

- Acho que dois collies.
- Ok, então é melhor prender os cachorros.

- Porque?
- Tem crianças pequenas, Oliver! Se o cachorro pular neles, faz estrago.

- Jullie, você tá estragando a brincadeira!

- Desculpa, eu só estou vendo as possibilidades!
- Você se preocupa demais, sabia?
- Eu gosto de tudo certo, po! Sou perfeccionista.
- E é perfeita.

- Own, que fofo *-*
- Te amo, Juh.
- Te amo, Oli.

- Vamos voltar a casinha?
- Vamos.

- Ok, imagina então...
- Piscina?
- Isso, uma piscina e uma festa de arromba.
- Mas se tá tendo festa, quem tá cuidando das crianças? E dos cachorros? QUE BADERNA OLIVER!

- Desisto ._.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Palavras SÓ atrapalham



Todos cochichavam, empurrando a pequena morena que insistia em se manter estática no meio da roda de amigas. O único movimento que se limitava a fazer era negar com a cabeça enquanto suas amigas a incentivavam com frases monossilábicas como “Vai!” ou algo mais animador como “Larga a mão de ser troxa!”
- Não vou! – Julie disse, num sussurro irritado e nervoso, mas suas pernas começaram a se mover sozinhas depois que uma de suas amigas a empurrou. Ela olhou pra trás para xingar quando algo sólido veio ao seu encontro, chamando sua atenção. Era ele. Perfeito, tinha esbarrado nele. Justo nele.
- Oliver! Oi, desculpa, eu... – Ela começou a falar, nervosa.
- Oi, Julie – O menino disse, sorrindo.
- Não era a intenção, eu... Quer dizer, era a intenção sim mas... Não esbarrar em você, claro que não era essa a intenção né... A intenção era falar com você e... – Começou a falar, toda confusa – Respira, Julie – Falou para si mesma, tomando ar.
- Julie, você ta bem? Parece meio tensa... – Oliver disse, pondo a mão no ombro da menina que tremia inteira.
- Tensa, palavra perfeita. To bem, to bem... Eu pareço nervosa? Porque eu não to sabe... Eu só to falando muito e rápido porque é meu jeito de falar, nada diferente, tudo normal... Porque? Eu não pareço normal? – Falou de uma vez só, deixando Oliver confuso e com vontade de rir. Ambos olharam para trás, onde as meninas cochichavam olhando os dois.
- Tem algo que você quer dizer? Ou ta sendo obrigada a dizer? – Oliver perguntou, voltando sua atenção para Julie.
- Exatamente! Tem algo que eu queria dizer. Na verdade, eu não queria dizer, acho que as pessoas se atrapalham com palavras e acabam enroladas e parecendo loucas e muitas vezes acabam não falando nada e... – A menina parou de falar e olhou para Oliver que parecia segurar o riso – Eu to fazendo isso agora, não to?
- Ta – Ele disse, balançando a cabeça e rindo levemente – Não tem como resumir? Ir direto ao ponto?
- Ter, tem. Mas eu não sou muito boa com palavras e a arte de resumir – Julie passou a mão na nuca, sem graça.
- Você vai dizer o que eu to pensando que é? – Ele perguntou, olhando desconfiado.
- Depende, não consigo ler mentes, então... Seus pensamentos são um mistério pra mim – Julie disse, mexendo no cabelo.
- Ok, vamos fazer o seguinte – Oliver disse fazendo todos os que cochichavam ali por perto ficarem em silencio e prestarem atenção nele – Como você disse, pessoas se atrapalham com as palavras, então... Eu vou te mostrar o que eu to pensando. Com um gesto, topa? – Ele perguntou, se aproximando da menina que tremia inteira, de novo.
- P-p-poder ser – Julie meio que cacarejou enquanto Oliver se aproximava.
- Essa seroa a minha resposta se você fosse falar o que eu acho que é – O menino falou, aproximando-se mais ainda. O pulso da menina podia ser ouvido de longe de tão forte que era e de tamanho o silêncio que se encontrava no local – Bem devagarzinho – Oliver sussurrou á milímetros do rosto de Julie.
- Sabe, essa coisa de “devagarzinho” só ta aumentando meus nervos e eu vou começar a ficar nervosa e enrolar tudo, falar coisas sem noção e... Oliver, isso é maldade! – Julie disse quando os lábios do menino ameaçaram encontrar os seus e voltaram pra longe. O menino riu, provocando.
- Julie, já disseram que você fala demais? – Ele sussurrou e a menina riu, nervosa ao extremo.
- Eu sei, as vezes eu não sei como calar a boca – Disse, sem tirar os olhos dos lábios do menino.
- Eu tenho uma sugestão – Oliver falou e acabou com a distância entre os dois, grudando seus lábios nos de Julie e acabando com toda a faladeira da menina. Junto com a fala, o nervosismo também foi embora enquanto os braços da menina subiam pelos braços de Oliver e os braços do mesmo se fechavam em sua cintura em um ritmo lento e provocante como o do beijo. Foram algumas risadinhas vindas de trás de Julie que os fizera voltar a realidade. Não disseram palavra, apenas se olharam por algum tempo.
- E então? – Foi Oliver que quebou o silêncio daquele abraço.
- Você me economizou 5 minutos de fala – Julie disse, vendo o menino a sua frente rir do comentário infame.
- Posso te ajudar a economizar mais algum tempo, se quiser – Oliver sussurrou e Julie sorriu.
Economizaram hora e horas ali, parando apenas pra recuperar o fôlego e conversar inutilidades.


Gestos são sempre melhores que palavras. DEMONSTRE.



Pessoas e nomes foram mudados pra minha própria segurança. Sim, eu sonhei isso. ;xx

terça-feira, 30 de março de 2010

I hate everything about you ♫♪


Tem dias que você acorda com A MACACA! Odeia o seu cabelo, odeia a sua voz, odeia a sua voz, odeia o seu corpo. ODEIA TUDO! Normal, amigz. Isso se chama TPM! Ou simplesmente, ser mulher. TODA MENINA odeia o mundo pelo menos uma vez no mês. (Tá uma vez na semana... A cada três dias no máximo!) Ainda mais as adolescentes, que querem ter o mundo em uma caixinha de fósforo. Querem comprar um Jimmy Choo e pagar 10 reais... Menina é menina fazer o que.

~~ COMOFAS PRA SE LIVRAS DISSO TITIA BRUCA? ~~

Eu te digo, cara jovem... NÃO HÁ O QUE FAZER! Você VAI passar por isso MUITAS vezes na vida. Saiba como "camuflar" a situação.

#Conte até 10 antes de se levantar: Isso vai ajudar a você pensar melhor e com mais clareza. Assim você vai ver que é normal odiar o mundo.
#Veja o lado positivo das coisas: Tá se achando gorda? Ótimo incentivo pra começar um regime. O cabelo tá feio? Nada melhor do que mudar o visual. Todo mundo é hipócrita? Vai conhecer gente nova! A prova surpresa tá difícil? Incentivo pra você estudar mais na próxima... E por aí vai...
#Fazer algo engraçadinho: Porque não aproveitar o mau-humor e tentar algo legal com os outros? Vai de voluntário no hospital e passe a tarde com as criancinhas doentes. Você vai ver que nem eles, que tem motivo pra reclamar, odeiam o mundo. Se você não curte algo assim... Simplesmente faça um nariz e bigodinho de gatinho na cara. Aposto que você vai rir de si mesma toda vez que se olhar no espelho.
#Simplesmente não faça NADA: Tá de mau-humor? Vai dormir! Passa rapidinho.

É isso aí, com jeitinho tudo dá certo ;)

FIKDIK da Bruca,

segunda-feira, 29 de março de 2010

Try something new

Mesmo sem querer, a gente acaba criando uma rotina, um roteiro a seguir dia após dia, sem nada mudar. É sempre a mesma coisa: Acordar ás 6:00hrs, ir para á escola, almoçar e trabalhar, igreja e dormir. Aí no fim de semana a mudança é mínima. Acordar mais tarde, passar a tarde na casa de alguém ou em casa e a noite ir comer em algum lugar e pronto. Nada muda, sempre igual. E você vê a adrenalina de tentar algo novo sumir. Você já nem sabe mais o que é sentir o friozinho na barriga de entrar em algo desconhecido. Sempre na mesmice. Sempre no roteiro.
Qual a graça de viver assim? Qual a graça de fazer sempre a mesma coisa, ver as mesmas pessoas e falar dos mesmos assuntos? Nenhuma! Falta aquele feeling de novidade que dá energia a vida. Aqui vai algumas dicas pra quem vive assim e já tá de saco cheio de viver na mesmice do dia-a-dia.

#Vá para um lugar novo: Inaugurações, exposições, shows, micaretas rs... Um lugar novo é sempre bom! Pessoas novas (e diferentes), novas emoções... Você até aprende a conviver com as diferenças.
#Conheça gente: Na sua escola tem sempre aquele menino, ou aquela menina, que você acha que deve ser SUPER legal. Mas nunca fala com ela por medo. Dê a cara a tapa! Chegue nele/nela e diga um "Oi". Se ele/ela for como você pensava, alí pode surgir uma nova amizade. E com novas amizades, novas experiências.
#Faça algo que você nunca fez: Você é do tipo pagodeiro, sertanejeiro e samba? Vá á um show de rock! Tente algo diferente! Algo novo! Quem sabe assim você não cria um gosto mais eclético. Só não vale chegar no show do rock e querer impor seu gosto músical. E o mesmo pra quem é rockeiro. Nada de ir em uma micareta e querer fazer o povo lá cantar rock. Reforçando a idéia lá em cima: Aprenda a conviver com as diferenças.
#Renove a rotina: Mesmo cansada do dia-a-dia, tem medo de sair dela? Dê um UP! Tente algo como chamar os amigos pro cinema, ou filme em casa. Até uma partida de strip-pokêr tá valendo. Claro, se você for do tipo que curta strip-pokêr. Se não for o seu caso, um simples pokêr valendo aquela pulseira, ou aquele brinco da sua amiga que você TANTO queria tá valendo também.

Sair da rotina é um ótimo estilo pra você criar coragem pro incerto futuro. Seguir planos faz parte da vida, mas as vezes é bom dar uma pausa no planejado, vendar os olhos e SE JOGAR! A experiência é ótima e produtiva. É como quem tem medo de montanha-russa encarar uma. Vai ter o friozinho na barriga, o medo e, então, a diversão e o sentimento de dever cumprido. Tente algo novo.


Try something new...

@brucarita
formspring.me/brucarita